Comece pela pré-aprovação
A pré-aprovação não é um compromisso: é uma indicação, dada pelo banco, do montante e das condições a que poderá aceder. Ter uma pré-aprovação antes de visitar imóveis muda a posição negocial — permite apresentar propostas credíveis e reduz o risco de perder um imóvel por demora na resposta bancária.
Documentação habitualmente pedida
- Documento de identificação e NIF de todos os proponentes.
- Últimas declarações de IRS e respectivas notas de liquidação.
- Recibos de vencimento recentes e declaração da entidade patronal, ou comprovativos de rendimento para trabalhadores independentes.
- Extractos bancários dos últimos meses.
- Mapa de responsabilidades de crédito do Banco de Portugal.
- Documentação do imóvel, na fase de avaliação: caderneta predial, certidão permanente e certificado energético.
Avaliação do imóvel
O banco financia sobre o menor valor entre o preço de compra e o valor de avaliação. Se a avaliação ficar abaixo do preço acordado, a diferença passa a ser capital próprio adicional. É um risco que deve ser considerado antes de assinar o CPCV, e não depois.
Taxa de esforço e margem
Além do limite prudencial que o banco aplica, importa a sua própria margem: a prestação deve continuar confortável num cenário de taxa de juro mais alta e de despesas imprevistas. Uma decisão que só funciona no cenário optimista não é uma decisão sustentável.
Se quiser discutir o seu caso concreto, a conversa é sem compromisso e sem insistência posterior.
